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Contos Clássicos em Destaque


W. W. Jacobs

A mão do macaco


A mão do macaco

 

"A mão do macaco", um conto do escritor inglês W. W. Jacobs (1863-1943), é uma obra-prima da literatura de terror. Uma mão mumificada  de macaco é susceptível de realizar desejos, mas a um custo monstruoso.


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Giovanni Boccaccio

O vaso macabro

O vaso macabro

 

Giovanni Boccaccio (1312-1375), criador do conto moderno, é uma das mais importantes personagens da Renascença e  da Literatura universal. A narrativa que se segue, extraída do Decamerão, é uma história de amor trágico, onde o macabro se sucede a uma revelação  sobrenatural.


Clark Ashton Smith

Treze Fantasmas


Treze Fantasmas

 

A mulher se voltou, e John Alvington viu que era Elspeth – a própria Elspeth da qual se havia separado com um amargo adeus, e que havia morrido sem permitir-lhe sequer vê-la outra vez. E contudo como poderia ser Elspeth, se estava morta há tanto tempo? Logo, por uma questão de lógica, como poderia ela haver morrido alguma vez, posto que estivesse ali, diante dele, naquele momento? Parecia infinitamente preferível crer que estava viva, e ele desejava tanto falar-lhe, porem a voz falhou quando tentou pronunciar seu nome.

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Leonardo da Vinci

A lenda do vinho de Maomé


A lenda do vinho de Maomé

 

Não somente o terror e a ficção científica são objeto de publicação neste sítio. Também narrativas insólitas e fantásticas são divulgadas.  Assim, não destoa que publiquemos uma narrativa fabulosa – no sentido rigoroso da palavra – escrita por Leonardo da Vinci, na qual resultam explicadas, alegoricamente, a origem e a razão da abstenção dos muçulmanos ao álcool. Como poucos sabem que o gênio florentino dedicava-se a curtas narrativas, é ao menos interessante que o publiquemos.

 

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Ambrose Bierce

Parker Adderson, filósofo

 

Parker

 

 

 

O oficial puxou da espada e, com os olhos cravados no prisioneiro, apontou silenciosamente para a abertura da tenda. O prisioneiro hesitava. O oficial, então, agarrou-o pelo colarinho e empurrou-o delicadamente para diante. Ao aproximar-se do mastro da tenda, o homem, frenético, deu um pulo e, com agilidade felina, pegou no cabo do facão, arranco-o da bainha, jogou o capitão de lado,  e, com a fúria de louco, pulou sobre o general, atirando-o ao chão e caindo-lhe em cima.  A mesa tinha virado, a vela apagou-se e os dois lutavam cegamente na escuridão. O preboste-marechal precipitou-se em auxílio do seu superior e lançou-se sobre as formas que se debatiam.

 

 

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