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Contos de Terror
O monstro da madrugada PDF Imprimir E-mail
(3 votos, média de 4.67 em 5)
Escrito por Thiago Mendonça   
Sex, 18 de Abril de 2014 00:00

O monstro da madrugada

 

Um ônibus é abandonado no meio da estrada à noite e não há nenhum sinal dos passageiros. Uma pessoa acorda no interior desse ônibus misterioso e eventos estranhos começam a acontecer.

 
Dr. Luz PDF Imprimir E-mail
(2 votos, média de 3.00 em 5)
Escrito por Roberto Landulfo   
Qui, 17 de Abril de 2014 00:00

Dr. Luz

 

Um estranho tratamento promete cura para um homem condenado à morte  a um preço muito além da imaginação

 

 
Insânia PDF Imprimir E-mail
(15 votos, média de 4.20 em 5)
Escrito por Paulo Soriano   
Sáb, 01 de Março de 2014 00:00

Insânia

 

Currer Bell arfava. Abriu os lábios e  sorveu  a atmosfera impregnada de recordações deletérias.  Julgou que uma neblina cintilante e  fria, repleta de horror e loucura,  se insinuara pelas  ranhuras das paredes do solar, envolvendo-o  num abraço aterrador.  Pelos poros, Bell absorvia a insânia.  Olhou, de repente, para o espelho  à sua direita e, de entremeio à  cortina de névoa, que tomava a proporção de um espectro,  viu  resplandecer  uma imagem. A imagem  do filho morto.

 
A masmorra PDF Imprimir E-mail
(20 votos, média de 3.75 em 5)
Escrito por Paulo Soriano   
Sex, 28 de Fevereiro de 2014 00:00

 

A Masmorra

 

Para fugir da masmorra, onde fora encarcerado por sonegar impostos, e esperava pela morte por empalamento,  um camponês romeno assassina um nobre fidalgo, irmão bastardo de Vlad Drácula, e se passa por ele.  Mas o destino conspira contra o impostor.


 
Pesadelo PDF Imprimir E-mail
(35 votos, média de 3.89 em 5)
Escrito por Eduardo Ladeira   
Dom, 26 de Janeiro de 2014 00:00

 

Pesadelo

 

Empurrou-a para a frente, a segurando pela cintura e olhou bem para seu rosto, assustado. A cabeça pendeu para a frente, sem vida. Aquela mulher estava morta.  A cabeça começou a se comprimir, fazendo barulhos aflitivos de seu crânio se partindo. Sua face murchava como uma bola esvaziando, e, junto com a gosma fedorenta que saía de dentro de sua cabeça, baratas também davam seu ar da graça. O corpo dela ficou mole, e sua pele, enrugada. Os pregos que ela recebeu ao longo de seu calvário começavam a brotar de sua pele. Suas canela e costelas quebradas no ritual de seu homicídio, se partiam como biscoito. Ele, mesmo que apavorado, se sentia hipnotizado, incapaz de se mexer, assim como aconteceu no pesadelo que ele acabara de ter.


 

 
Olhos da escuridão PDF Imprimir E-mail
(18 votos, média de 4.33 em 5)
Escrito por Vinicius   
Qui, 23 de Janeiro de 2014 00:00

 

Olhos da escuridão

 

À minha frente havia um corpo gigantesco, reptiliano, de comprimento abissal. Movia-se vagarosamente  com escamas negras levemente brilhantes e semitransparentes. Parecia uma serpente com uma grossura gigantesca, capaz de engolir uma cabeça inteira em uma abocanhada. Tinha divisórias largas, como gomos, que lembravam uma centopeia. O brilho se intensificou, pude ver luzes diversas cores no corpo. Eram irregulares, diversas e sinistras.


 
A canção de Leonildo PDF Imprimir E-mail
(10 votos, média de 4.40 em 5)
Escrito por Luiz Poleto   
Sáb, 18 de Janeiro de 2014 00:00

 

A Canção de Leonildo

 

Quando cheguei à porta, fui tomado pelo pavor ao ver meu velho e pobre amigo sentado em sua cadeira, digitando alucinadamente no teclado. O ritmo lembrava mais um pianista executando uma obra de Chopin do que um escritor que trabalha as palavras. O mais estranho, se é que isso é possível, não era a velocidade com a qual ele digitava, e sim a sua cabeça, que dançava acompanhando a nefasta música, pendendo para esquerda, direita. Olhar o fundo de seus olhos foi o maior erro que cometi em minha vida. Ao invés de um olho comum, com íris, retina, tudo o que havia era uma imensidão azul-esverdeada que parecia mudar de cor acompanhado os graves da música.

 
A fuga da lua PDF Imprimir E-mail
(14 votos, média de 3.36 em 5)
Escrito por Paulo Valença   
Sáb, 18 de Janeiro de 2014 00:00

 

A Fuga da Lua

 

O desejo de repente chega e vai dominando-o... Abandona a janela, de onde vê o céu e a lua cheia passeando devagarzinho. Cruza o quarto. Abre a porta e desce a escada em caracol. Apressado...


 


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