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Contos de Terror
A trilha PDF Imprimir E-mail
(9 votos, média de 3.44 em 5)
Escrito por Eudes de Pádua Colodino   
Sáb, 11 de Outubro de 2014 00:00

 

A trilha

 

Um caminho justo nem sempre é tranquilo.

 

 
O olho esquerdo PDF Imprimir E-mail
(8 votos, média de 4.50 em 5)
Escrito por Ana Laura T. Cardoso   
Sáb, 11 de Outubro de 2014 00:00

 

O olho esquerdo

 

Algo inesperado acontece com o olho de Rodrigo e ele passa a enxergar coisas as quais pessoas com o olho saudável não podem ver

 

 
Uma sutil prova de amor PDF Imprimir E-mail
(6 votos, média de 3.67 em 5)
Escrito por Andrej Balbic Couto   
Sáb, 11 de Outubro de 2014 00:00

 

Uma sutil prova de amor

 

 

 

No topo daquela serra eles se abrigam. Criaturas horrendas com nefastos propósitos. Pobres as crianças que, perdidas no mundo, batem à sua porta. Pobres os homens que, perdidos em si próprios, os deixam entrar. E pobres de nós que, por apática inércia, ousamos existir.

 

 
Outono das trevas PDF Imprimir E-mail
(14 votos, média de 4.00 em 5)
Escrito por Ronygley Carvalho Fonseca   
Dom, 28 de Setembro de 2014 00:00

 

Outono das trevas

 

Wallace Wayne nunca perdoou seu padrasto por ter tornado a vida de sua mãe um pesadelo de Outono. Anos mais tarde, quando todos pensavam que o passado estava morto e enterrado, ele retorna para se vingar. Mas a sua maldade não tem um paralelo...

 

 
Maria Rita PDF Imprimir E-mail
(41 votos, média de 3.00 em 5)
Escrito por Carlos Seabra   
Qua, 17 de Setembro de 2014 00:00

 

Maria Rita

 

O escritor Carlos Seabra é um ás no microconto.  Em bevíssimas palavras, contidas em uma única linha,  consegue elaborar textos impactantes. É o caso  do terrível conto "Maria Rita".

 

 
Meu nome é morte PDF Imprimir E-mail
(17 votos, média de 3.76 em 5)
Escrito por Rogério Silvério de Farias   
Ter, 16 de Setembro de 2014 00:00

Meu nome é morte

 

Então Dennis olhou para trás e viu. Ali estavam elesEram fantasmas. Espíritos. Os espectros das últimas três vítimas de Dennis. Aquele policial, seu filhinho e sua esposa. Estavam envoltos em uma luz mística, fosforescente. Eram como que corpos transparentes. Eram corpos astrais!


 
Doença PDF Imprimir E-mail
(20 votos, média de 3.00 em 5)
Escrito por Cinthia Torres   
Sáb, 23 de Agosto de 2014 00:00

 

Doença

 

Vejo quando a coisa salta da cadeira, os movimentos erráticos, desejosos, bruscos, o braço crispado se tornando um gancho poderoso a enlaçar o pescoço da pobre garota. Consigo sentir seu desespero e perplexidade quando ele finca seus dentes no pescoço macio e suga o sangue espesso com aquele barulho horrível de sucção.

 

 
3:15 PDF Imprimir E-mail
(23 votos, média de 2.65 em 5)
Escrito por Eudes de Pádua Colodino   
Sáb, 23 de Agosto de 2014 00:00

 

3:15

 

Foi quando um cheiro estranho correu o ar... Não era camomila. Era um cheiro repugnante, podre. Carne podre. O medo retornou, e o silêncio pesou no ambiente. De repente, teve a sensação de ter sido abandonada na companhia de um predador. Um grunhido... Vindo de trás. Virou-se muito rápido para ver o que era, mas a consciência lhe esvaiu por um segundo como num ligeiro apagão

 

 


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