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Contos de Terror
Pesadelo PDF Imprimir E-mail
(78 votos, média de 3.49 em 5)
Escrito por Eduardo Ladeira   
Dom, 26 de Janeiro de 2014 00:00

 

Pesadelo

 

Empurrou-a para a frente, a segurando pela cintura e olhou bem para seu rosto, assustado. A cabeça pendeu para a frente, sem vida. Aquela mulher estava morta.  A cabeça começou a se comprimir, fazendo barulhos aflitivos de seu crânio se partindo. Sua face murchava como uma bola esvaziando, e, junto com a gosma fedorenta que saía de dentro de sua cabeça, baratas também davam seu ar da graça. O corpo dela ficou mole, e sua pele, enrugada. Os pregos que ela recebeu ao longo de seu calvário começavam a brotar de sua pele. Suas canela e costelas quebradas no ritual de seu homicídio, se partiam como biscoito. Ele, mesmo que apavorado, se sentia hipnotizado, incapaz de se mexer, assim como aconteceu no pesadelo que ele acabara de ter.


 

 
Olhos da escuridão PDF Imprimir E-mail
(33 votos, média de 4.21 em 5)
Escrito por Vinicius   
Qui, 23 de Janeiro de 2014 00:00

 

Olhos da escuridão

 

À minha frente havia um corpo gigantesco, reptiliano, de comprimento abissal. Movia-se vagarosamente  com escamas negras levemente brilhantes e semitransparentes. Parecia uma serpente com uma grossura gigantesca, capaz de engolir uma cabeça inteira em uma abocanhada. Tinha divisórias largas, como gomos, que lembravam uma centopeia. O brilho se intensificou, pude ver luzes diversas cores no corpo. Eram irregulares, diversas e sinistras.


 
A canção de Leonildo PDF Imprimir E-mail
(17 votos, média de 4.41 em 5)
Escrito por Luiz Poleto   
Sáb, 18 de Janeiro de 2014 00:00

 

A Canção de Leonildo

 

Quando cheguei à porta, fui tomado pelo pavor ao ver meu velho e pobre amigo sentado em sua cadeira, digitando alucinadamente no teclado. O ritmo lembrava mais um pianista executando uma obra de Chopin do que um escritor que trabalha as palavras. O mais estranho, se é que isso é possível, não era a velocidade com a qual ele digitava, e sim a sua cabeça, que dançava acompanhando a nefasta música, pendendo para esquerda, direita. Olhar o fundo de seus olhos foi o maior erro que cometi em minha vida. Ao invés de um olho comum, com íris, retina, tudo o que havia era uma imensidão azul-esverdeada que parecia mudar de cor acompanhado os graves da música.

 
A fuga da lua PDF Imprimir E-mail
(29 votos, média de 3.69 em 5)
Escrito por Paulo Valença   
Sáb, 18 de Janeiro de 2014 00:00

 

A Fuga da Lua

 

O desejo de repente chega e vai dominando-o... Abandona a janela, de onde vê o céu e a lua cheia passeando devagarzinho. Cruza o quarto. Abre a porta e desce a escada em caracol. Apressado...


 
Olhinhos cintilantes PDF Imprimir E-mail
(30 votos, média de 4.13 em 5)
Escrito por Paulo Valença   
Sáb, 28 de Dezembro de 2013 00:00

 

Olhinhos Cintilantes

 

O motel. As doses. O leito. Os corpos despidos. As carícias ousadas. De olhos fechados ele se entrega, vencido pelo prazer da boca quente que sobe e lhe beija as faces e, de repente... Sente a mordida no lado esquerdo do pescoço.


 
O guardião PDF Imprimir E-mail
(23 votos, média de 4.04 em 5)
Escrito por Wagner Silva   
Sex, 06 de Dezembro de 2013 00:00

 

O Guardião

 

Conforme ia erguendo os olhos, sentia o chão sumindo sob seus pés. O sangue correndo em turbilhões por suas veias. O coração martelando forme seu peito. Ondas de choque por todo seu corpo. Sentia como se lhe enfiassem milhares de agulhas nos pés, mãos e pela coluna. Na boca, um gosto amargo, nas narinas um forte odor de velas queimando. Sentiu vontade de gritar, mas a voz não saiu pois em seus pulmões não tinha ar suficiente para emitir qualquer som. Correr estava fora de cogitação, pois seus membros não obedeciam. Sequer se moviam. Estava completamente paralisado.

 

 
Chicão PDF Imprimir E-mail
(19 votos, média de 3.16 em 5)
Escrito por Maria Santino   
Qui, 05 de Dezembro de 2013 00:00


Chicão

 

Por mais que sua casa ficasse bem distante do trabalho e a estrada escura, cortasse uma floresta deserta, onde os bandidos poderiam se refugiar, ainda assim, ele rumava a pé. Logo, gemidos puderam ser escutados por entre o matagal e, em seguida, pessoas estranhas passaram por ele gargalhando e comendo algo gosmento que, sob a luz da lua, não era possível discernir nem cor e nem forma.

 

 
Maria de Velhe PDF Imprimir E-mail
(18 votos, média de 4.39 em 5)
Escrito por José Manuel Barbosa Álvares   
Sáb, 30 de Novembro de 2013 00:00


Maria de Velhe

 

Maria confusa andou detrás dele sem fazer mais perguntas. Ele caminhava com decisão até que chegou à estrada geral onde estava a igreja de São Miguel do Campo. A Maria não queria imaginar o que queria o senhor e por respeito seguiu-o mas não porque lhe resultasse agradável. Entraram no cemitério e justo a uns passos da entrada a Maria parou levou as mão à boca...

 

 


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