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Contos de Terror
A sapateira PDF Imprimir E-mail
(36 votos, média de 3.06 em 5)
Escrito por Arthur Mendonça   
Qua, 06 de Agosto de 2014 00:00

 

A sapateira

 

História ocorrida em um prédio na capital paulista,  onde forças malévolas existentes num quartinho no ultimo andar do prédio amedrontavam e enfrentavam as crianças.

 
A obra de arte e seu autor PDF Imprimir E-mail
(29 votos, média de 3.62 em 5)
Escrito por Roberto Márcio Pimenta   
Ter, 17 de Junho de 2014 00:00

 

A obra de arte e seu autor

 

À noite ouvimos o cachorro latir. Pela manhã houve pausa de minutos para o espetáculo horripilante: encontramos o corpo do cão coberto de sangue e dilacerado por algum objeto cortante. Segundo a polícia, o animal fora vítima de um objeto como um pequeno tridente, ao mesmo tempo por outro que se assemelhava a um alicate que produzisse o efeito de segurar, rasgar e puxar.

 
Aquele que venceu a guilhotina PDF Imprimir E-mail
(25 votos, média de 3.96 em 5)
Escrito por Pedro Pantoja   
Qua, 28 de Maio de 2014 00:00

 

Aquele que venceu a guilhotina

 

O som da morte reboou pela vila. A execução havia terminado, porém algumas pessoas gritaram horrorizadas. Distingui quando uma voz senil e trêmula, esconsa no meio dos espectadores, berrou um premonitório “Santo Deus, isso é impossível”.

 
O monstro da madrugada PDF Imprimir E-mail
(110 votos, média de 4.04 em 5)
Escrito por Thiago Mendonça   
Sex, 18 de Abril de 2014 00:00

O monstro da madrugada

 

Um ônibus é abandonado no meio da estrada à noite e não há nenhum sinal dos passageiros. Uma pessoa acorda no interior desse ônibus misterioso e eventos estranhos começam a acontecer.

 
Dr. Luz PDF Imprimir E-mail
(29 votos, média de 3.45 em 5)
Escrito por Roberto Landulfo   
Qui, 17 de Abril de 2014 00:00

Dr. Luz

 

Um estranho tratamento promete cura para um homem condenado à morte  a um preço muito além da imaginação

 

 
Pesadelo PDF Imprimir E-mail
(78 votos, média de 3.49 em 5)
Escrito por Eduardo Ladeira   
Dom, 26 de Janeiro de 2014 00:00

 

Pesadelo

 

Empurrou-a para a frente, a segurando pela cintura e olhou bem para seu rosto, assustado. A cabeça pendeu para a frente, sem vida. Aquela mulher estava morta.  A cabeça começou a se comprimir, fazendo barulhos aflitivos de seu crânio se partindo. Sua face murchava como uma bola esvaziando, e, junto com a gosma fedorenta que saía de dentro de sua cabeça, baratas também davam seu ar da graça. O corpo dela ficou mole, e sua pele, enrugada. Os pregos que ela recebeu ao longo de seu calvário começavam a brotar de sua pele. Suas canela e costelas quebradas no ritual de seu homicídio, se partiam como biscoito. Ele, mesmo que apavorado, se sentia hipnotizado, incapaz de se mexer, assim como aconteceu no pesadelo que ele acabara de ter.


 

 
Olhos da escuridão PDF Imprimir E-mail
(33 votos, média de 4.21 em 5)
Escrito por Vinicius   
Qui, 23 de Janeiro de 2014 00:00

 

Olhos da escuridão

 

À minha frente havia um corpo gigantesco, reptiliano, de comprimento abissal. Movia-se vagarosamente  com escamas negras levemente brilhantes e semitransparentes. Parecia uma serpente com uma grossura gigantesca, capaz de engolir uma cabeça inteira em uma abocanhada. Tinha divisórias largas, como gomos, que lembravam uma centopeia. O brilho se intensificou, pude ver luzes diversas cores no corpo. Eram irregulares, diversas e sinistras.


 
A canção de Leonildo PDF Imprimir E-mail
(17 votos, média de 4.41 em 5)
Escrito por Luiz Poleto   
Sáb, 18 de Janeiro de 2014 00:00

 

A Canção de Leonildo

 

Quando cheguei à porta, fui tomado pelo pavor ao ver meu velho e pobre amigo sentado em sua cadeira, digitando alucinadamente no teclado. O ritmo lembrava mais um pianista executando uma obra de Chopin do que um escritor que trabalha as palavras. O mais estranho, se é que isso é possível, não era a velocidade com a qual ele digitava, e sim a sua cabeça, que dançava acompanhando a nefasta música, pendendo para esquerda, direita. Olhar o fundo de seus olhos foi o maior erro que cometi em minha vida. Ao invés de um olho comum, com íris, retina, tudo o que havia era uma imensidão azul-esverdeada que parecia mudar de cor acompanhado os graves da música.

 


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