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Contos de Terror
O guardião PDF Imprimir E-mail
(22 votos, média de 4.05 em 5)
Escrito por Wagner Silva   
Sex, 06 de Dezembro de 2013 00:00

 

O Guardião

 

Conforme ia erguendo os olhos, sentia o chão sumindo sob seus pés. O sangue correndo em turbilhões por suas veias. O coração martelando forme seu peito. Ondas de choque por todo seu corpo. Sentia como se lhe enfiassem milhares de agulhas nos pés, mãos e pela coluna. Na boca, um gosto amargo, nas narinas um forte odor de velas queimando. Sentiu vontade de gritar, mas a voz não saiu pois em seus pulmões não tinha ar suficiente para emitir qualquer som. Correr estava fora de cogitação, pois seus membros não obedeciam. Sequer se moviam. Estava completamente paralisado.

 

 
Chicão PDF Imprimir E-mail
(19 votos, média de 3.16 em 5)
Escrito por Maria Santino   
Qui, 05 de Dezembro de 2013 00:00


Chicão

 

Por mais que sua casa ficasse bem distante do trabalho e a estrada escura, cortasse uma floresta deserta, onde os bandidos poderiam se refugiar, ainda assim, ele rumava a pé. Logo, gemidos puderam ser escutados por entre o matagal e, em seguida, pessoas estranhas passaram por ele gargalhando e comendo algo gosmento que, sob a luz da lua, não era possível discernir nem cor e nem forma.

 

 
Maria de Velhe PDF Imprimir E-mail
(18 votos, média de 4.39 em 5)
Escrito por José Manuel Barbosa Álvares   
Sáb, 30 de Novembro de 2013 00:00


Maria de Velhe

 

Maria confusa andou detrás dele sem fazer mais perguntas. Ele caminhava com decisão até que chegou à estrada geral onde estava a igreja de São Miguel do Campo. A Maria não queria imaginar o que queria o senhor e por respeito seguiu-o mas não porque lhe resultasse agradável. Entraram no cemitério e justo a uns passos da entrada a Maria parou levou as mão à boca...

 

 
A Mortalha (Conto de terror infantil) PDF Imprimir E-mail
(15 votos, média de 4.33 em 5)
Escrito por Paulo Soriano   
Sáb, 30 de Novembro de 2013 00:00


A mortalha

 


Lá, na foto antiga, amarelada e corroída pelo tempo,  está  a minha alegria. Mas só a minha alegria.   Lá, estou sozinho. Completamente só. Sequer uma sombra, dentre as muitas que invadiram melancolicamente o final daquela  tarde,  é  a réstia de Aninha.   Aninha não está lá! Na minha velha foto, Aninha ainda  hoje se recusa a aparecer!  Jamais apareceu, por mais que eu espere que ela se manifeste  um dia. Tudo em vão. O espírito dos mortos não se deixa capturar pelas lentes das máquinas fotográficas, nem se rende às tolas angústias dos que ainda estão vivos.

 
O ressuscitado PDF Imprimir E-mail
(24 votos, média de 3.79 em 5)
Escrito por Mephisto   
Sáb, 02 de Novembro de 2013 00:00


O ressuscitado

 

À  terceira hora, quando o solo tremeu (a partir de Jerusalém, porque era morto, naquele instante, o Senhor), os serviçais viram um Lázaro alucinado. O homem lacerava as vestes e se contorcia de dor. Sua tez estava pálida e de sua fronte escorriam grossas bagas de um líquido fétido e viscoso. E, das mãos e dos pés sudorosos, vi que fluía uma substância deletéria, de tonalidade verde-musgo. Os suores eram de  uma  pestilência  pungente, que enodoava  os  grossos  lençóis  e infiltrava-se até nas ranhuras do chão de ladrilho.

 

 
Alucinação PDF Imprimir E-mail
(37 votos, média de 3.78 em 5)
Escrito por Paulo Soriano   
Dom, 13 de Outubro de 2013 00:00

Alucinação

 

Uma mulher acabara de erguer-se. Caminhou em direção a Sílvia, passando por ela sem parecer notá-la.   Mesmo sabendo que tudo não passava de uma alucinação, Sílvia sentiu um imenso calafrio.  Com os pelos eriçados, foi no encalço daquela silhueta apavorante.  Na sala, a luz estava acesa.  Sílvia viu, terrificada, a si mesma dirigindo-se, quase cambaleante, à cozinha...

 
Promessa de Vampira PDF Imprimir E-mail
(40 votos, média de 4.48 em 5)
Escrito por Paulo Valença   
Dom, 13 de Outubro de 2013 00:00

 

Promessa de vampira

 

A voz é sexy, os olhos brilham, a mão de longos dedos, feminina, acaricia os cabelos ondulados, aloirados do rapaz que se limita a sorrir, vaidoso em ser querido pela garota desejada pela turma da faculdade e que o preferiu, entregando-se às suas pecaminosas loucuras...A mão desce, afaga o pescoço de veia saliente, o rosto se chega e... os caninos mordendo-o, suga o adocicado sangue.

 

 
Tambores PDF Imprimir E-mail
(15 votos, média de 4.07 em 5)
Escrito por Leandro Aparecido de Souza   
Dom, 13 de Outubro de 2013 00:00

 

Tambores

 

Já havia lido vários livros de ocultistas que defendiam a tese de que a frequência emitida pelo som dos instrumentos de percussão emanava vibrações capazes de acordar coisas antigas, vindas do espaço, que estavam em estado latente no interior do planeta, aguardando serem despertadas de uma hibernação destinada à recomposição de energias orgânicas. Desde que os sons fossem emitidos na frequência e notas certas, os cérebros desses seres tinham mecanismos que funcionavam como antenas de captação e outros que eram como alavancas de ativação.

 

 


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