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Contos de Terror
Tambores PDF Imprimir E-mail
(14 votos, média de 4.29 em 5)
Escrito por Leandro Aparecido de Souza   
Dom, 13 de Outubro de 2013 00:00

 

Tambores

 

Já havia lido vários livros de ocultistas que defendiam a tese de que a frequência emitida pelo som dos instrumentos de percussão emanava vibrações capazes de acordar coisas antigas, vindas do espaço, que estavam em estado latente no interior do planeta, aguardando serem despertadas de uma hibernação destinada à recomposição de energias orgânicas. Desde que os sons fossem emitidos na frequência e notas certas, os cérebros desses seres tinham mecanismos que funcionavam como antenas de captação e outros que eram como alavancas de ativação.

 

 
A última execução do carrasco de Nantes PDF Imprimir E-mail
(10 votos, média de 4.10 em 5)
Escrito por Pedro Pantoja   
Dom, 22 de Setembro de 2013 00:00

A ultima execução do carrasco de nantes

 

Sou carrasco há quatro décadas e meia. Recebi a alcunha de Vorace, o Carrasco. Assim, o falecimento de outrem, mormente larápios, homicidas, adúlteros, prostitutas, estupradores e os que são afeitos ao incesto há quarenta anos e meio saiu de minhas vetustas mãos. E aconteceu de diversos modos: guilhotina, golpes de machado na nuca, afogamento e  esquartejamento...

 

 
O carrasco de Nantes PDF Imprimir E-mail
(9 votos, média de 4.78 em 5)
Escrito por Mephisto   
Dom, 22 de Setembro de 2013 00:00

O carrasco de nantes

 

 

Subiram-me ao cadafalso. Tremi de pavor. Mas, quando me enfiaram cabeça abaixo o capuz vazado nos olhos, respirei aliviado. Eu seria o executor, não a vítima. Nestes tempos, não havia em Nantes o carrasco oficial e a função de verdugo era exercida por cidadãos, arregimentados através de sorteio.

 
Artefato PDF Imprimir E-mail
(14 votos, média de 4.57 em 5)
Escrito por Leandro Aparecido de Souza   
Sáb, 21 de Setembro de 2013 00:00

 

Artefato

 

O pesadelo continuava e ele estava sendo apresentado a uma multidão reunida de monstros. Criaturas com muitos olhos ou orbes vazias. Tentáculos onde deveriam existir cabelos e cabeça. E aquilo que se poderia dizer couraça ao invés de pele, crescia por cima de placas de um metal escuro e opaco, trespassada por cabos/fios que estavam em uma espécie de curto-circuito ritmado. Tudo sugeria seres inicialmente biológicos, que foram substituindo as partes necrosadas de seus organismos por outras artificiais.


 
Meus Vizinhos Extraterrestres PDF Imprimir E-mail
(12 votos, média de 4.33 em 5)
Escrito por Otrebor Ozodrac   
Qui, 29 de Agosto de 2013 00:00

 

Meus vizinhos extraterrestres

 

Um desaparecimento abrupto, pois tudo indica que  a senhora estava fazendo uma refeição quando foi levada. O guarda que a vigiava  nada viu, nem ouviu. Seria impossível alguém entrar na casa e levá-la sem que o guarda notasse. Isso tudo levaria a inferir que o que se passou aqui foi algo sobrenatural, uma abdução fantástica por ETs.

 

 
O Homicídio Perfeito PDF Imprimir E-mail
(22 votos, média de 4.73 em 5)
Escrito por Paulo Soriano   
Sex, 26 de Julho de 2013 00:00

 

O homicídio perfeito

 

A  deformidade  de  meu  caráter  jamais  me  envergonhou. Espírito astuto e dissimulado, nunca me expunha a quem quer que seja.   A minha  alma  exsudava  humores  peçonhentos,  malgrado imperceptíveis, mas eu bem sabia como, sorrateiramente, inocular o meu veneno. Era eu um predador cauteloso. Como uma serpente astuta e  insidiosa, mergulhava e recolhia, num átimo de um único segundo, as  presas precisas – profundas e aguçadas –, sem que a vítima o  percebesse.  Isto mesmo: só ensaiava o meu bote certeiro quando se menos esperava.

 
Incidente na Serra de Manguape PDF Imprimir E-mail
(13 votos, média de 4.85 em 5)
Escrito por Henry Evaristo   
Sex, 26 de Julho de 2013 00:00

 

Incidente

 

Havia ali, jogado ao solo, um pequeno ser. Estava ferido, com rasgões profundos e sangrentos espalhados por todo o corpo. Assemelhava-se a um homem, musculoso, avermelhado, e coberto de pequenos pelos. Não estava sem roupas como se poderia supor de algum tipo de animal; trajava calças rasgadas de um material semelhante ao couro. Na cintura, um pequeno cinto provavelmente de metal. Sua cabeça era alongada na parte superior e as orelhas pontudas apontavam para o alto como as dos cães pastores. A pele de seu rosto era completamente preta; e no lugar onde deveria estar o nariz, um focinho alongado fazia lembrar o de alguns símios.

 

 

 
O Desejo da Fera PDF Imprimir E-mail
(23 votos, média de 4.39 em 5)
Escrito por Paulo Valença   
Sex, 26 de Julho de 2013 00:00

 

O desejo da fera

 

A moça bebe devagarzinho. E de repente, sente a mão morna sobre a sua mão esquerda, no afago ao pecado de logo mais. E sorri compreensiva.O seu parceiro de mesa sente com força o sangue no rosto, que de pálido se torna vermelho. O coração acelera e os caninos crescem na boca entreaberta.Cabisbaixa, a morena não lhe percebe essa transformação e... a mão que acolhe a sua, torna-se mais quente?

 

 


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