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Contos Fantásticos


Amarelinha PDF Imprimir E-mail
(26 votos, média de 3.31 em 5)
Escrito por Adela Figueroa   
Qua, 21 de Maio de 2014 00:00

 


Amarelinha

 

Os Orixás querem cobrar seu tributo. A maldição lançada naquela praia de África por um velho de pele seca como couro de vaca tem de ser realizada. Todavia, o mar é uma massa que vai e vem. A onda se retira da praia e da para ver o corpo da mulher desesperada.E o ar leva o grito angustioso duma filha, a voar para além de todos os malefícios.

 
A caixa preta PDF Imprimir E-mail
(42 votos, média de 3.50 em 5)
Escrito por Daniel Mafra   
Qua, 21 de Maio de 2014 00:00

 


A caixa preta

 

A bala desprendida do pente percorria o cano de alma lisa em busca do crânio para onde foi mirada, e isso era uma viagem sem parada ou retorno. Veio o disparo, veio faísca e enquanto a vítima, de músculos tesos, esperava resignada a certeza de sua chegada, não imaginou também, naquele ínfimo instante, acabar sendo platéia de tão belo e inesperado cinema.


 

 
O ciclope PDF Imprimir E-mail
(45 votos, média de 3.18 em 5)
Escrito por Luciano Barreto   
Seg, 19 de Maio de 2014 08:50

 

O Ciclope

 

Por entre as noites frias e de nevoeiro espesso, Schultz pervagava como uma sombra indistinta perto da simples casa, cujos donos investigava. Certa noite, já bem tarde, e após longa e enfadonha campana, vira John Hart deixar sua residência e seguir pela rua estreita e escura até dobrar a esquina e sumir de seu campo de visão. O infante sabia que aquele era o momento de entrar no casebre e descobrir o segredo que a família Hart carregava em suas entranhas.

 

 

 
A mulher-pecado PDF Imprimir E-mail
(75 votos, média de 4.29 em 5)
Escrito por Paulo Valença   
Qua, 16 de Abril de 2014 00:00

 

A mulher-pecado

 

O andar do corpo esguio. O rosto moreno, de traços corretos, sorrindo com as covinhas. O gesto gracioso de com a mão espalmada pentear a cabeleira negra, luzidia, longa para trás. Então, sentando-se ao lado dele, com a mão maliciosa, ela  procura. Numa carícia ousada, na promessa de prazer.

 

 
Grandes navegações piratas PDF Imprimir E-mail
(63 votos, média de 4.68 em 5)
Escrito por Olavo Mattos   
Dom, 30 de Março de 2014 00:00

Grandes navegações piratas



 

Surge com uma gávea em alto mar a atenção, despontando no horizonte, o zênite, sob um céu nem tanto claro nem tanto azul, e tudo chama à atenção, pois um grito de alerta ou de socorro, a uma outra nave, pode valer a mais, alguns dobrões de ouro. Um leão dos mares pode até fraquejar e deixar passar uma medonha alegoria, por medo dos monstros marinhos que observam e espreitam.

 
A primeira cruzada PDF Imprimir E-mail
(63 votos, média de 4.75 em 5)
Escrito por Olavo Mattos   
Sex, 31 de Janeiro de 2014 00:00

A primeira cruzada



E quando me vi cercado por todos os lados, não tinha na minha visão mais nada que não fosse atacar... Atacar sem restrições... Mas em pouco tempo, já sem nenhum pudor mandei correr do inimigo pagão... Na minha memória só restava o fardo de viver com uma razão que já nem sabia qual... Gritava: ataquem!... corram!... Lancei meu corpo numa nuvem de sangue como um vampiro, sem saber o que restaria daquilo. Aos braços do chão imundo, como um animal rastejei e nem mesmo tive forças para levantar, por fim, de quatro, caí de novo... Eu era um simples animal ferido na alma...


 

 
Por onde virá o Kraken PDF Imprimir E-mail
(10 votos, média de 3.70 em 5)
Escrito por Miguel Carqueija   
Sáb, 18 de Janeiro de 2014 00:00

 

 

Por onde virá

 

A execução teve lugar. As chamas se ergueram na pira funerária e sacudiram ao frio vento, envolvendo a vítima que ainda estertorava as suas maldições. Ela gritava de dor e algumas das pessoas presentes se afastavam ou desviavam os olhos da cena dantesca que, porém, não demorou muito tempo.


 
A ratoeira PDF Imprimir E-mail
(26 votos, média de 3.96 em 5)
Escrito por Mephisto   
Sáb, 02 de Novembro de 2013 00:00

 

A ratoeira

 

 

Pôs a isca. E esperou. O rato miserável era mais esperto do que ele supunha. Quando examinou a gaveta, constatou que os seus preciosos chocolates haviam desaparecido novamente. Precisava descobrir, urgentemente, quem era a ratazana infeliz.

 

 


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