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Contos Fantásticos


A Geometria do Ser PDF Imprimir E-mail
(1 voto, média de 5.00 em 5)
Escrito por Luciano Marinho   
Qui, 31 de Janeiro de 2013 00:00



geometria do ser

 

Nem havia saído dos braços daquela mulher, sentiu-se arrependido. Esperava saciar os instintos. Mas, não. Só deitando, no mínimo, com duas ou três fêmeas. Carecia de usufruí-las simultaneamente, na sua masculinidade essencial. Talvez, assim, tivesse paz de espírito e fleumática existência. Desde púbere, reconhecia-se um esquizoide. Com relação às atrizes do cinema e da televisão, sentia ímpetos estranhos. Almejava mordê-las e tirar-lhes sangue; ou esfolá-las de vez, com objeto contundente. Pegava fotos de revista e recortava-as com a ponta afiada de um punhal, que ganhara de presente de aniversário, do pai. Mas, reprimiu a sádica mania. O propósito ficaria para mais adiante.


 
Homens Mortos Não Contam Histórias PDF Imprimir E-mail
(4 votos, média de 5.00 em 5)
Escrito por Lino França Jr.   
Sex, 04 de Janeiro de 2013 00:00

 

homens-mortos-mini

 

O marulhar tranquilo das águas batia no casco do navio provocando um leve balanço. Spirit of the sea, era o nome do grandioso barco de passageiros que fazia a viagem Nova York – Londres. O capitão Willians não conseguia esconder seu contentamento com aquela que era a centésima travessia do Spirit. Para comemorar tal façanha, o orgulhoso capitão trouxe a bordo, toda a sua família: mãe, esposa, os dois filhos, além do casal de sogros. O homem não cabia em si de tanta felicidade com o feito.

 

 
Que Horas São? PDF Imprimir E-mail
(1 voto, média de 5.00 em 5)
Escrito por Ramon Bacelar   
Sex, 04 de Janeiro de 2013 00:00

 

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Preciso correr, correr, chegar... Eu preciso, preciso e resisto; entro em uma relojoaria cercada de sucata e ponteiros estáticos... Não resisto:

 

— Que horas são?

 

 

 
Linhagem PDF Imprimir E-mail
(4 votos, média de 5.00 em 5)
Escrito por Renato Suttana   
Sex, 21 de Dezembro de 2012 00:00

 

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Minhas primeiras aulas de voo foram um momento de especial delícia em minha vida. A imagem dos jovens alinhados sobre o precipício – suas asas brancas a refletir intensamente a claridade festiva do dia –, o vozerio e a alegre expectativa de nossas mentes inexpertas, tudo isso se grava em minha lembrança como um selo que nem o tempo nem a melancolia dos dias presentes foram capazes de apagar.

 
Realidade Delirante PDF Imprimir E-mail
(2 votos, média de 3.00 em 5)
Escrito por Tarcísio José Silva   
Sex, 21 de Dezembro de 2012 00:00

 

realidade-delirante-mini

 

Noutra sala, mobiliada apenas por uma cadeira velha de palha e uma mesa redonda de pedra, estava a dona do castelo. Uma mulher selvagem, alta, de longa cabeleira escura e desgrenhada que se arrastava ao chão. O rosto destacava-se pela beleza: olhos rasgados, lábios rubros e bem delineados, nariz perfeito e mimoso. Trajava uma roupa pré-histórica: um vestido mal ajambrado de pelos de animais, muito curto, de alças caídas. O corpo era bastante voluptuoso, cheio de curvas, com seios salientes e firmes e nádegas rijas e volumosas; as pernas eram bem torneadas e carnudas. Perto daquela mulher, o calor tornara-se infernal e o suor corria, empapando a roupa do Conselheiro.

 

 
Nunca Tente Isto! PDF Imprimir E-mail
(7 votos, média de 4.71 em 5)
Escrito por Paulo Soriano   
Qua, 19 de Dezembro de 2012 00:00

 

nunca tente isto

 

A sucessão de imagens que o jovem milionário tinha à sua frente estava longe de ser agradável. Em verdade, era estarrecedora. Mesmo assim – ou por isso mesmo –, o camarada podre de rico a manteve na tela do computador.

 

 
A Revelação PDF Imprimir E-mail
(3 votos, média de 3.33 em 5)
Escrito por Roberto Prado Barbosa Júnior   
Qua, 19 de Dezembro de 2012 00:00

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Não sei como não percebi antes, devia estar ali na minha frente sempre, eu nunca vi, nunca dei conta, até aquele dia.

Espantei-me, consegui disfarçar bem, mas espantei-me sim, e por pouco não bati  o carro.

 

 

 

 
A Aranha PDF Imprimir E-mail
Escrito por Alexandre Costa   
Qua, 19 de Dezembro de 2012 00:00

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Ela vê uma pequena aranha tecendo sua teia, talvez à espera do jantar, e pensa que amanhã fará uma faxina em seu quarto. Se ela fosse a aranha veria deitada na cama uma mulher pequena, de cabelos negros, olhos ligeiramente esverdeados, pele clara e corpo magro, perceberia também que aquela mulher tinha o olhar vago e o pensamento perdido.

 

 

 

 


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