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Contos Fantásticos


A Mudança PDF Imprimir E-mail
(1 voto, média de 5.00 em 5)
Escrito por Roberto Prado Barbosa Júnior   
Qua, 19 de Dezembro de 2012 00:00

 

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Sentiu-se traída e inclinada ao homicídio, quando – Mas não poder ser! – diz, sorrindo um sorriso histérico, nervoso e psicótico. Ela esconde-se do casal, entra num bar, senta-se numa mesa atrás das grandes janelas de vidro fumê e vê a mulher que o acompanha. Ela primeiro sorri, depois loucamente começa a gargalhar e a gritar.

 

 

 

 
A Última Expressão de Horror PDF Imprimir E-mail
(2 votos, média de 4.50 em 5)
Escrito por Pedro Pantoja   
Sáb, 15 de Dezembro de 2012 00:00

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No momento o assassino avançava numa campina. Era uma noite incomum! Havia uma claridade tênue originada por detrás das nuvens rosadas que pairavam sobre o imenso descampado. Um sentimento de incapacidade assomou o coração do homem. Queria chegar à luz, mas - se nada de extraordinário acontecesse - seria impossível. Resignou-se quanto a isso.

 

 
Manual Avançado para Fabricação de Nuvens PDF Imprimir E-mail
(3 votos, média de 5.00 em 5)
Escrito por Alexandre Costa   
Sex, 14 de Dezembro de 2012 00:00

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A aparência geral de uma pessoa pode indicar aos nossos olhos e sentidos se ela é agradável ou não a nós, isto também acontece com as nuvens. Quando olhamos para as cinzas sabemos que há probabilidade de chover, enquanto que se ela é totalmente branca nos traz um sensação de beleza e frescor. Então imagine que uma pessoa cinza é uma nuvem de chuva e outra bonita é uma nuvem branca. Não, não pense nada disso, isto é preconceito, nem pessoas nem nuvens merecem isso.

 

 

 
Meninas PDF Imprimir E-mail
(5 votos, média de 3.60 em 5)
Escrito por Roberto Prado Barbosa Júnior   
Sex, 14 de Dezembro de 2012 00:00

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Foi um sentimento agudo no peito, uma pontada, fisgada, coisa rápida, de segundos. Logo passou, mas para Fialho, Antonio Fialho da Silva, era o aviso. Voltou para dentro de casa e dirigiu-se a seu escritório, lá ele sentou-se em sua poltrona de couro e ficou fitando o telefone. Ligaria? Esperaria que o aparelho tocasse? Olhou para a garrafa de uísque, pegou o copo de cristal, mas resolveu que não beberia dessa vez. Fizesse o que tivesse que fazer, faria sóbrio. Passados minutos, poucos minutos, resolveu ligar.

 

 
Uma Noite na Taberna "A Porca que Ri" PDF Imprimir E-mail
(4 votos, média de 4.75 em 5)
Escrito por Roberto Prado Barbosa Júnior   
Qui, 13 de Dezembro de 2012 00:00

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Um marinheiro musculoso, de camiseta azul marinho, ruivos cabelos desgrenhados e olhos vermelhos injetados, completamente bêbado, estava sentado à mesa esperando pelo centésimo copo de cerveja. À sua esquerda, uma viúva chorava e ria, enquanto entornava copos e copos de uísque; à sua volta seus parentes mais próximos a acompanhavam bebendo cervejas, enquanto uma ou outra lançava olhares lúbricos para ele que, a cada gole, olhava aflito para a porta de entrada da taberna. Parecia esperar alguém. Alguém que, pela quantidade copos, estava muito atrasado.

 

 

 

 

 

 
Duas Partes PDF Imprimir E-mail
(1 voto, média de 5.00 em 5)
Escrito por Roberto Prado Barbosa Júnior   
Qui, 13 de Dezembro de 2012 00:00

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Senti uma pontada no peito... Achei que estava enfartando e pus a mão com força sobre a camisa pressionando o coração. Achei que fosse desfalecer tão aguda era a dor, mas para meu estranhamento percebi que foi um corte. Alívio! Não era enfarto. De alguma forma havia me arranhado com alguma coisa e só agora estava sentindo a dor... Na primeira oportunidade fui ao banheiro para ver o tamanho do machucado. Diante do espelho tirei o paletó, a camisa, a camiseta regata e vejo para meu espanto o tal machucado em meu tórax... Por mais que eu imaginasse o pior – sou um pessimista fatalista – nada até aquele momento havia me preparado para aquilo. Não havia ali uma picada de inseto, um arranhão ou mesmo um corte – que por si só já seria um tanto complicado de se explicar e entender - o que eu via ali era uma, uma, uma..., uma rachadura! Sim uma rachadura, uma trinca, como dessas que vemos nas paredes das casa velhas e abandonadas. Ela, a trinca, vinha da altura da clavícula e descia quase três dedos abaixo do mamilo esquerdo. Fiquei ali boquiaberto, vendo a “rachadura” em meu peito, tentando entender como aquilo poderia estar acontecendo... Já não doía.

 
Círculo Vicioso PDF Imprimir E-mail
(5 votos, média de 4.20 em 5)
Escrito por Paulo Soriano   
Seg, 10 de Dezembro de 2012 00:00

 

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Quando o Sol já ia alto no céu, e espraiava na atmosfera sudorosa um  calor angustiante, que a luminosidade difusa tornava ainda mais intenso, os sonhos magníficos do velho Max desvaneciam, convolavam- se em vapor, e,  após condensarem-se no ar como se fossem nuvem, dissolviam-se  em  tênues  filamentos,  até  se  perderem  de  todo  nos escaninhos da realidade inclemente.

 
O Gordo PDF Imprimir E-mail
(5 votos, média de 3.20 em 5)
Escrito por Igor Buys   
Sex, 12 de Agosto de 2011 15:22

O Gordo

O ronco daquele animal morrendo, buscando desesperadamente pelo ar que desaparecia, desaparecia aos poucos de seus pulmões e, rarefeito, os ressecavam e queimava, lentamente, confundia-se em minha mente ao ronco do Gordo cochilando, cochilando e aprisionando os olores virginais da primavera inocente no cárcere guloso de sua carcaça disforme.

 

 


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